Febre Suína: Exportações Disparam 17% em Fevereiro e Revelam Potencial Lucrativo do Setor

Febre Suína: Exportações Disparam 17% em Fevereiro e Revelam Potencial Lucrativo do Setor

Crescimento dos Embarques de Carne Suína: Um Panorama Mensal

O mês de fevereiro trouxe um marco histórico para as exportações brasileiras de carne suína, registrando um aumento significativo de 17% em relação ao mesmo período do ano anterior. Este crescimento não apenas destaca o potencial do setor, mas também reflete a robustez das parcerias comerciais estabelecidas pelo Brasil, principalmente no setor de proteína animal.

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), organizadora desta análise, revelou que foram exportadas 114,4 mil toneladas de carne suína, considerando todos os tipos de produção, como in natura e processados. Este volume salienta o resultado superior de fevereiro e indica uma tendência de crescimento muito positiva.

A Receita das Exportações: Um Salto de 32,6%

Não foi apenas no volume que as exportações de carne suína cresceram; a receita também deu um salto considerável. Em fevereiro de 2024, as exportações geraram US$ 272,9 milhões, representando um aumento de 32,6% em comparação aos US$ 205,7 milhões do ano anterior. Estes números expressam um forte desempenho financeiro e a valorização dos produtos brasileiros no mercado internacional.

O aumento na receita pode ser atribuído a diversos fatores, como a qualidade superior dos produtos exportados e o incremento na demanda internacional por carnes de origem confiável e de alta qualidade. Essa valorização se reflete mais intensamente em continentes como Ásia e África, onde a carne suína brasileira possui alta aceitação.

Desempenho no Primeiro Bimestre de 2024: Um Crescimento Promissor

Extrapolando o desempenho de fevereiro para o primeiro bimestre de 2024, ainda se observa um crescimento positivo nos embarques. Foram 220,4 mil toneladas exportadas, um incremento de 11,6% em relação às 197,5 mil toneladas embarcadas nos dois primeiros meses do ano anterior. Este impulso inicial é um forte indicador das boas perspectivas para o restante do ano.

A receita acompanhou esta alta, somando US$ 510,9 milhões no primeiro bimestre — 26,2% a mais do que os US$ 404,8 milhões registrados no mesmo período do ano anterior. Com isso, o setor de carne suína agiliza sua recuperação e consolida seu espaço no competitivo mercado global.

Destinos das Exportações: Filipinas em Destaque

As Filipinas emergiram como principais importadoras da carne suína brasileira em fevereiro, recebendo 23 mil toneladas e superando em 72% o volume adquirido no ano anterior. Este dado é significativo, considerando a crescente demanda por alimento seguro e de qualidade no país asiático. O Japão, com um aumento de 61,8%, e Vietnã, com 64,8%, também protagonizaram um crescimento impressionante nas importações.

Entretanto, vale ressaltar a queda de importação pela China, que recebeu 19,4 mil toneladas, uma redução de 26,2%. Esse recuo pode ser uma flutuação de mercado, mas não diminui a relevância da parceria econômica estabelecida entre os países ao longo dos anos.

Impacto da Renovação do Programa de Segurança Alimentar do México

Em fevereiro, o México também ganhou atenção ao importar mais de 2 mil toneladas de carne suína brasileira, resultado direto da renovação do programa de segurança alimentar do país. Tal movimento não só reforça a confiança mexicana nas exportações brasileiras, mas também amplia a expectativa positiva de crescimento para o setor em diversas regiões.

Além do México, as demandas crescentes de países da Ásia, África e outras regiões americanas potencializam uma tendência de ampliação dos embarques e esperanças de um ano economicamente promissor para o setor de proteína animal no Brasil.

Estados Exportadores: Santa Catarina na Liderança

Santa Catarina continua a ser o principal exportador de carne suína no Brasil, com 61,8 mil toneladas enviadas em fevereiro, registrando uma alta de 14,2% em relação ao ano anterior. O estado possui tradição e expertise na produção e exportação de carne suína, atributos que o mantêm no topo do mercado exportador.

Outros estados também apresentaram números relevantes: o Rio Grande do Sul exportou 23,9 mil toneladas, enquanto o Paraná viu seus embarques aumentarem expressivos 48,1% com a venda de 17,9 mil toneladas. Minas Gerais e Mato Grosso também contribuíram, mostrando o potencial de diversas regiões brasileiras para atender à demanda externa.




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